Moçambique
Moçambique, um país para investir
Moçambique conta com uma área de 799.380 km² divididos pelas províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala, Téte, Zambézia, Nampula, Niassa e Cabo Delgado. As maiores concentrações populacionais, segundo dados de 2010, encontram-se nas províncias de Nampula, com 4.414 mil habitantes, e Zambézia, com 4.213 mil habitantes, num total de 22.416.881 habitantes a nível nacional. Destes, 56,0% têm entre 0-19 anos, 39,4% entre 19-59 e apenas 4,6 % mais de 60 anos. O crescimento anual é de 2,8% e a composição entre os 48% de homens e 52% de mulheres. O país atravessa um período de crescimento absoluto e agora mais do que nunca pode-se assistir aos passos que tem dado nesse sentido. As pontencialidades da nação são infindáveis e todas prontas a serem desbravadas.
Enquadramento económico
A economia moçambicana encontra-se numa fase de franco e sustentado crescimento. Apesar do contexto negativo que tem afectado grande parte das economias mundiais, o país tem crescido, aparentemente imune à actual crise mundial, graças a uma política prudente que descartou o despesismo e manteve dinheiro de reserva para enfrentar este período mais difícil.
Um estudo recente da prestigiada revista The Economist (The Economist, 6 Junho 2011) colocou Moçambique em oitavo lugar entre as economias que mais cresceram na última década, com uma média de crescimento do PIB na ordem dos 7,9% ao ano. Na mesma revista projecta-se que o país passe para quarto lugar até 2015, com um crescimento médio de 7,7%, sustentado sobretudo no investimento público e na concretização de vários mega-projectos que tirarão proveito dos recursos naturais do país, ainda muito sub-aproveitados. É de notar que, ao contrário de outros países que apresentam níveis de crescimento semelhantes, Moçambique não é um país produtor de petróleo.
Evolução económica recente
Embora a economia tenha crescido um pouco abaixo das previsões de 2010, os 6,5% do PIB foram ainda assim um valor bem acima da média, tanto mundial como da região. As previsões para os próximos anos são melhores na medida em que se espera um crescimento de 7,25% em 2011 e de 8% no futuro próximo, segundo dados do Fundo Monetário Internacional, FMI.
Para o cenário positivo contribuíram ainda o fortalecimento da balança de pagamentos e um grande reforço na cobrança de impostos.
A nível empresarial o Governo tem noção que deve trabalhar na melhoria do ambiente competitivo. Apesar do crescimento acentuado, as exportações têm diminuído, o que pode e deve ser corrigido. Entre outros itens reconhece-se a necessidade de resolver os problemas a nível de infra-estruturas de transportes, por exemplo.




